MOLIÈRE, CYRANO E O PEQUENO REI
De Michel Leclerc
Com Com Artus, Julia Piaton, Franck Dubosc

Sinopse
1651, Luís (ainda não XIV) é um jovem adolescente. Enquanto a Fronda ameaça o reino, sua mãe, Ana da Áustria, decide retirar o filho às escondidas para colocá-lo em segurança e o substitui por um sósia. Luís é confiado por D’Artagnan a Cyrano de Bergerac, que o esconde no seio da companhia teatral de Madeleine Béjart e Molière. Enquanto Madeleine e Cyrano descobrem uma paixão em comum pelo jovem Molière, Luís descobre a vida e seus prazeres, a arte e o trabalho, a coragem e a estratégia — tudo aquilo que fará dele o Rei Sol.
Biografia diretor
– O cinema de Michel Leclerc é marcado pela comédia social e política, abordando temas como identidade, relações sociais, educação e conflitos ideológicos. Ele começou trabalhando como montador e realizando curtas-metragens, antes de estrear no longa-metragem com J’invente rien (2006). Ganhou maior reconhecimento com Le Nom des gens (2010), comédia política que abriu a 49ª Semana da Crítica do Festival de Cannes e lhe rendeu o César de melhor roteiro original, dividido com Baya Kasmi. Entre seus filmes estão Télé Gaucho (2012), La Vie très privée de Monsieur Sim (2015), La Lutte des classes (2019), Les Goûts et les Couleurs (2022) e, mais recentemente, Les Caprices de l’Enfant-Roi (2026).
Atriz convidada
Julia Piaton estudou Letras e audiovisual antes de se dedicar à atuação, passando também por formações teatrais em Paris e Nova York. Ganhou projeção nacional ao interpretar Odile Verneuil na comédia Que Mal Eu Fiz a Deus? (2014) e em sua sequência, consolidando uma carreira que transita entre a comédia popular e produções mais autorais. Entre seus trabalhos estão Family Business, série da Netflix, As Coisas que Dizemos, as Coisas que Fazemos, O Discurso, de Emmanuel Mouret, pelo qual foi indicada ao César de Melhor Atriz Revelação em 2021, As Pequenas Vitórias (2023), O Discurso e As Cores do Tempo, de Cédric Klapisch. Em 2024, participou da série internacional Citadel: Diana e em 2025, esteve no Festival de Cannes com As Cores do Tempo, exibido fora de competição.
Críticas
– “O filme nunca força sua mensagem, preferindo a sátira, o burlesco ou o humor feroz. E isso é ainda mais prazeroso porque Les Caprices de l’enfant roi reaviva o espírito francês com leveza, insolência e uma pitada de bravura..” Le Figaro
– “Uma comédia eufórica que mistura personagens reais e fantasia..” Le Parisien
Seleções
– Festival de Cannes 2026 — Seleção Oficial
