O BEIJO ELÉTRICO
De Pierre Salvadori
Com Pio Marmaï, Anaïs Demoustier, Gilles Lellouche

Sinopse
Paris, 1928. Antoine Balestro, um jovem pintor em ascensão, não consegue mais trabalhar desde a morte da esposa, para desespero de Armand, seu galerista. Certa noite, embriagado, Antoine tenta entrar em contato com a mulher por intermédio de uma vidente. Sem saber, porém, ele está falando com Suzanne, uma modesta artista de feira que entrou sorrateiramente na carroça para roubar comida. Suzanne revela-se talentosa para a impostura e, rapidamente auxiliada por Armand, começa a realizar uma série de falsas sessões. Aos poucos, Antoine recupera a inspiração, mas, para Suzanne, as coisas se complicam quando ela começa a se apaixonar pelo homem que está enganando…
Biografia diretor
Pierre Salvadori, nascido em 1964, na Tunísia, é um diretor, roteirista e ocasionalmente ator francês. Começou a carreira como roteirista e estreou na direção com Cible émouvante (1993), indicado ao César de Melhor Primeiro Filme. Ao longo da carreira, tornou-se conhecido por combinar comédia, romance e drama, frequentemente explorando personagens desajustados, mentiras, amizade e relações afetivas. Entre seus filmes mais conhecidos estão Os Aprendizes (1995), Depois de Você… (2003), Amar… Não tem preço (2006), com Audrey Tautou e Gad Elmaleh, Em um Pátio de Paris (2014) e Finalmente Livres (2018), apresentado na Quinzaine des Réalisateurs do Festival de Cannes, onde recebeu o Prêmio SACD. Em 2026, Salvadori retorna à comédia de época com O Beijo Elétrico.
Críticas
– “No cinema de Salvadori, a ficção nunca deixou de ser colocada em abismo, por meio de uma sucessão de mentiras e máscaras. Todas essas histórias curiosas e incríveis, testemunham, desde o início, uma mesma convicção, firme em sua melancolia: acreditar na ilusão vale tanto quanto a realidade, pelo menos por algum tempo; é um presente oferecido ao outro — ao amigo, ao espectador.” Les Cahiers du Cinéma
– “Pierre Salvadori conduz seu elenco de atores e atrizes, todos ingenuamente e generosamente convincentes, por uma feira de sentimentos repleta de graça. Um verdadeiro encantamento.” Le Monde
Premiações
Filme de abertura do Festival de Cannes 2026 – Seleção oficial, fora de competição.
